Simplicidade   (by André Rocha)

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Medo do número único é tão anos 80

Acompanho esta história de criação de um número único de identidade civil desde criança, nas primeiras iniciativas de unificação dos números empreendidas pelo Serpro e Receita Federal.

Na década de 80 até fazia sentido o argumento da perda de privacidade e medo de perseguição ao cidadão, estávamos perto demais da ditadura.

Qual calo aperta mais seu pé hoje: volta da ditadura ou impunidade de criminosos?

Hoje em dia, penso que temos problemas concretos de violência e impunidade muito maiores do que a ameaça de um governo opressivo.

Mais alguns motivos para apoiarmos esta ideia:

  • Redução da burocracia, tendo que apresentar diversos documentos para qualquer simples cadastro.
  • Muitos documentos já possuem diversos registros de identificação, como Carteira Nacional de Habilitação, Identidade Militar, etc.
  • Não há queda na privacidade. Qualquer identificação que eu forneça, já habilita o Governo a me localizar. As bases já se cruzam, o trabalho é apenas maior.

Veja como será o modelo brasileiro:

O Brasil mudou, não dá pra ficarmos parados no mesmo argumento.

A inovação depende do amador

Complementando a defesa ao amador que iniciei aqui, percebi que devo explicitar sua relação com a criatividade e inovação, que movem as empresas não é de hoje.

Depois de todo aquele blábláblá  – que poderia escrever, mas vou me permitir não fazê-lo – sobre inovação, espero que já tenha ficado claro para nós a importância de estimular a inovação em todas as camadas da empresa.

As respostas para o futuro estão muito provavelmente nas cabeças de quem lida com os problemas de agora. E isso não se limita às equipes de P&D e muito menos à sala de reunião da alta administração de qualquer organização.

Certo, isso significa que a empresa de certo modo depende das mentes criativas de todos seus funcionários. E como buscar criatividade sem paixão?

Em outras palavras, a inovação contínua, menina dos olhos de qualquer ementa de MBA e pauta das mais importantes reuniões de planejamento estratégico de empresas de todos os portes, depende invariavelmente da paixão humana.

Depende da nossa capacidade de produzir resposta para os problemas que vivemos. Depende da nossa paixão pelos desafios que estão diante de nós, e de nossa paixão pela busca por respostas.

Respostas estas que nascem de mentes amadoras.

O culto ao amador mal começou. Para nossa sorte.

O culto ao amador, livro de Andrew Keen lançado por aqui em 2009 é tão equivocado que por si só nem merece um post meu.

Mas resolvi contextualizá-lo nesta nova onda que vem ganhando atenção de pensadores da gestão, do empreendedorismo, do marketing, da psicologia e de todos os temas relacionados à paixão humana.

Li o livro de Andrew em uma tarde qualquer de 2009 na livraria Cultura da Avenida Paulista. Eu estava em uma encruzilhada. Ao mesmo tempo que não queria ajudar nas vendas do livro de um autor arrogante e contrário a tudo aquilo em que acredito, também não poderia deixar escapar a oportunidade de abrir um debate inteligente ouvindo os argumentos de quem está na contramão do otimismo que cerca os fluxos de comunicação existentes na web.

Sorte minha não ter investido nenhum centavo neste diálogo. O argumento de Andrew é tão insensato que morre no próprio título e subtítulo. Existem pouquíssimos trechos no livro que evitam que se forme uma imagem sobre Andrew em minha mente como sendo alguém completamente perdido no mar de mudanças que a web tem provocado.

Ele não está sozinho, indústrias inteiras se sentem como ele, injustiçadas.

Mas este é um problema deles, e o argumento de que o mundo não deve mudar porque o que a maior parte de nós produz é ruim, soa como uma espécie de nazismo.

A origem do amador

Criticar o amador é um argumento morto. A própria palavra está diretamente relacionada a amor. Em sua essência “amador” é algo feito com paixão, e paixão é o ingrediente mais valioso num mundo onde as coisas caminham para se tornar commodity em uma velocidade intensa.

A paixão é um ingrediente indispensável para o diferencial. Este argumento está presente nas falas de autores que vão de Jim Collins (em Feitas para Vencer) a Seth Godin (em O Melhor do Mundo e Linchpin), passando por Gary Hamel (O Futuro da Administração).

Se você produz algo amador, orgulhe-se disso. Pois a maior parte do que consome é feita sem nenhum tesão.

Eu trocaria qualquer bom livro, bom filme ou boa música feita com pura técnica, por qualquer igualmente bom produto feito com paixão!

O benefício da transparência

De algum tempo para cá só entram ovos caipiras na minha casa. O motivo dentro de minhas limitações é nobre, não queria ser uma galinha alimentada por tubos obrigada a botar ovos num espaço onde nem sequer consigo pôr minhas patas no chão.

Esta semana comprei a marca Ovos Colonial.

A embalagem linda, me chamou a atenção.

Uma senhora fofa alimentando lindas galinhas livres em um quintal. A vida que eu desejaria ter caso fosse uma galinha.

Comprei sem olhar o preço, é o que menos importa tamanha a satisfação.

Ao guardar os ovos na geladeira percebi que não constavam a tradicional dúzia de ovos, mas apenas 10. Reli a embalagem para saber se havia parte de culpa minha na história.

A embalagem simplesmente não indica a quantidade de ovos.

Já posso imaginar a cara do idiota do marketing defendendo:

“- Vamos deixar apenas 10, mas não vamos avisar, do contrário poderemos afastar os consumidores. A maioria nem vai perceber no ato da compra.”

Verdade.

O problema é que você mentiu para mim.

E se mentiu para salvar 2 ovos, provavelmente mentiu na fotografia da embalagem, e certamente mente todos os dias para as centenas de galinhas que são maltratadas por você.

Se faz isso com seu cliente, o que não é capaz de fazer com suas galinhas…

Tudo se resolveria com um texto “10 ovos” estampado na embalagem.

Ovos Colonial, obrigado pela incompetência.

Um filho, uma árvore, um livro e um termo

Escalabilidade, elasticidade

Aos 10 anos de idade já havia plantado diversas árvores. 1/3 das realizações necessárias para uma boa vida cumpridas, faltava o filho e o livro.

Este último virá com certeza, já o filho vá saber. É provável que me enquadre na ironia provocada pelo filme Idiocracia.

Mas não será suficiente, agora preciso inventar um termo.

É coisa do homem “moderno”.

A tirania 2.0 dá um exemplo do quão ridículos podemos ser. Vale tudo para criar nossa própria palavra 2.0.

A última dessas que anda mexendo comigo é o conceito de “elasticidade” usado em textos sobre cloud computing. A defesa é que o termo anterior “escalabilidade” só olhava pra frente.

Calúnia.

Escala trata a dimensão para cima ou para baixo, como preferir. Está associada à ideia de proporção. O conceito de escalabilidade em plataformas tecnológicas pode muito bem representar a adequação do ambiente para mais ou para menos.

Guardemos o elástico para prender os cabelos ou segurar a cueca.

E plantemos outra árvore.

Democracia, web e mitos

Democracia digital é um tema excitante. Mas nem por isso todas as análises precisam parecer escritas por adolescentes apaixonados.

Na contramão do otimismo que domina grande parte dos formadores de opinião da web, surge um livro e uma crítica.

“The Myth of Digital Democracy” (O Mito da Democracia Digital) foi escrito pelo professor de Ciências Políticas da Arizona State University, Matthew Hindman.

Neste post, Hélio Teixeira faz uma crítica constestando o livro. Mesmo sem ter lido o livro, vou entrar no coro contra os argumentos expostos resumidos pelo Hélio.

Dividi minha constestação nos tópicos abaixo:

1) O que é discurso político?

Para ser válida a afirmativa de que a Internet não amplia o discurso político entre os cidadãos, é preciso definir o que vem a ser discurso político. Para se engajar o cidadão precisa mesmo conhecer o cenário macro político nacional? A percepção de que os direitos básicos dos cidadãos (saúde, segurança, transporte, educação etc.) não atendem às suas expectativas já não seriam suficientes para provocar melhorias? A compreensão do cenário político nacional e internacional é para poucos, e acredito que sempre será assim. Os cidadãos já contribuem muito apenas desejando e lutando por seu bem estar em convívio com os demais. Para isso é preciso conhecer seus direitos e ter educação mínima para reivindicar, expor opinião, se associar.

2) Precisamos de uma referência.

Ao afirmar que a Internet é um ambiente mais democrático, precisamos saber: mais democrático
com relação a que? Entendo que seja mais democrático que as outras mídias (TV, rádio, jornais e revistas), pois possibilita o
diálogo. Também possibilita que muitos pessoas sem recursos se manifeste, crie seus próprios meios de expressão. Possibilita
que as pessoas se reúnam em torno de idéias e interesses comuns, e que estas opiniões ganhem grande visibilidade. Esta é a ótica de esfera pública defendida por Habermas antes do advento da mídia de massa e da propaganda, quando segundo o autor, teria perdido suas funções primárias de discutir as questões do mundo da vida. Habermas defende que conversas cotidianas nas antigas praças públicas burguesas resolviam questões políticas de ordem maior.

3) Visão Global versus Visão Local.

Vamos lembrar os estudos de Jane Jacobs, e mais recentemente Steven Johnson, que defendem
que uma comunidade desenvolve um grau de inteligência superior, mesmo que os membros não tenham uma visão global, tampouco
política. Os fluxos de informação local que correm nos espaços públicos – acumulados – dão às comunidades uma inteligência incapaz de ser percebida no nível do indivíduo. Para isto basta que os membros recorram à interação, basta que haja comunicação. Jacobs defende a importância das calçadas no desenvolvimento de uma cidade. Então, num mundo que se comunica cada vez mais pela via interconectada, quais seriam as “calçadas digitais”? Claramente seriam as comunidades online, redessociais e demais espaços de interação.

Outro argumento para defender ideia semelhante já foi desenvolvido por Yochai Benkler, que ao criar o termo esfera pública interconectada, toma emprestado o conceito da “mão invisível” de Adam Smith para explicar a auto-regulação da web. Mirando seus objetivos cada um alcança também os objetivos coletivos. Política pura. A essência das críticas à democracia digital é clara. A Internet ainda não é para todos, e jamais será universal, ou trará uma salvação universalista. Somos, dentro e fora da rede, formados por pequenos grupos. A sociedade é, e não parece que deixará de ser pluralista. Mas e daí? Não queremos ser iguais ou ter as mesmas soluções. Queremos soluções para problemas diferentes.

Serviços como Patient Opinion e My Bike Lane (que nem é uma iniciativa governamental, mas de um único indivíduo) são ótimos
exemplos de que as redes podem aumentar o poder cívico dos indivíduos. O motivo? Mais transparência, fácil participação e grande alcance e visibilidade.

4) Exclusão digital ou hegemonia das classes de maior renda.

É um fato. Assim como a televisão em cores na década de 60 era restrita a poucas famílias, e em pouco mais de 10 anos se difundiu completamente. Hoje mesmo moradores de rua possuem celular. É questão de tempo até que o computador e o acesso à web chegue às classes menos favorecidas. Isso não significa que as mudanças positivas provocadas por um mundo mais interconectado não sejam reais.

Vote Na Web

Imaginem um espaço onde todos os projetos de lei em andamento no Senado ou na Câmara pudessem ser acompanhados e votados pelos cidadãos. Que houvesse espaço para que os cidadãos discutam as propostas entre si. Que pudéssemos acompanhar como os senadores e deputados têm votado e saber quais políticos têm maior afinidade conosco a partir dos votos.

É o tipo de iniciativa totalmente voltada à criação de consciência crítica de todos nós, cidadãos.

Não me iludo com a qualidade das críticas que encontraremos nos primeiros meses de serviço, mas sem dúvida a resposta não estará em apenas assistir a Globo ou ler a Veja. Muitos assuntos que transitam por lá afetam nosso dia-a-dia e não podemos simplesmente concordar com os que dizem que estão se lixando para a opinião pública. E lembro: o voto só vale uma vez a cada 4 anos, mas somos cidadãos todos os dias.

http://votenaweb.com.br

Puro tesão: tecnologia + redes +  colaboração + democracia

Empresas brasileiras no crowdsourcing

As mentes estão se abrindo. Ou ao menos as oportunidades estão sendo exploradas.

Num curto período de tempo acompanhamos a entrada de diversas iniciativas de empresas que exploram a participação das massas de indivíduos que habitam a internet.

A Fiat faz um uso interessante do crowdsourcing explorando os três pontos básicos da participação online:

CRIE – VOTE – DISCUTA

  • As pessoas indicam o que querem no novo carro.
  • As pessoas votam nas idéias das outras.
  • As pessoas discutem as idéias, elogiam, criticam, refinam, descartam.

Não acredito que esta seja a única maneira de estimular a participação social ou inovação aberta, mas pensar em iniciativas que não contemplem estes passos, ou alternativas boas a eles, é no mínimo falta de coragem ou de visão.

Já a universidade Estácio de Sá lança uma pseudo-inovação que eu chamaria de “caixinha de sugestões digital”.

É frustrante ser chamado para criar o novo site da Estácio, chegar lá e perceber que minhas idéias vão parar na mesa de algum burocrata da criatividade.

Não funciona assim. Ou minhas idéias ganham o mundo, ou nada de participação.

Há pouco tempo fiz uma crítica semelhante ao pessoal do IdeiaLab, que surpreendentemente ouviu o que os usuários estavam apontando e fez mudanças rapidamente, incorporando o atributo “abertura” à participação.

Voltando à iniciativa da Fiat, é importante lembrar do aspecto cultural, pois não se resolvem problemas da comunicação digital com tinta e papel. As ferramentas mudaram, o comportamento mudou.

E, mesmo que a Fiat, assim como a Dell, a Lego, a Starbucks e muitas outras empresas não consigam de fato gerar inovação a partir da contribuição da comunidade – o que é muito improvável – eles ao menos mostram que se importam com a forma como nos comportamos hoje, e fazem um bom marketing com isso.

A oportunidade não é apenas criar um espaço para interagir e receber feedback da comunidade, mas criar um ambiente onde a própria comunidade controle a comunicação, as idéias e o sentido de inovação da empresa.

Liberte sua marca.

Peça à comunidade para tomar conta dela, é o melhor que pode fazer nos dias de hoje.

Google Chrome OS, em breve.

Ontem a Google anunciou em seu blog oficial que entra finalmente para o disputado mercado de sistemas operacionais.

O Google Chrome OS é diferente do Android, pois este segundo é destinado a diversos tipos de dispositivos com foco em mobilidade.

Já o novo sistema operacional obedece uma lógica simples: onde os usuários atualmente a maior parte do seu tempo? Na Internet.

A tendência não é nova, eu diria que está até bastante atrasada, pois há anos espera-se algo nesta direção.

Em 2006 a própria Google estaria criando uma versão própria em cima do Ubuntu.

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O gOS, apresentado nas imagens abaixo, nasceu com esta mesma perspectiva, e nada tem a ver com a Google. Em 2007 este sistema foi largamente distribuído para a rede Walt-Mart, que já apostava numa perspectiva cloud computing.

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O que teremos é certamente um sistema operacional voltado aos serviços online, que potencialize o uso dos recursos remotos e otimize os recursos locais.

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Em cada 10 vezes que você precisa editar um documento, quantas vezes abre o Google Docs e quantas abre o Word? Meu uso já está em 8/2.

Ou seja, estes 2, são facilmente descartados se mais usuários passarem a utilizar versões online de office.

Mas nem tudo são flores, ainda não há um padrão de interoperabilidade para boa parte dos aplicativos. O que impossibilitaria eu abrir um documento do Google Docs diretamente numa suíte Zoho. Precisamos de padrões como OpenSocial, OpenID, ODF e OpenXML para tornar tudo isso viável de fato.

A nova plataforma Google Wave provavelmente irá basear muito dos parâmetros de comunicação dos aplicativos que estarão disponíveis.

A Google dá um importante passo para a comunidade digital. Ao meu ver, muito mais importante do que o anúncio de seu próprio browser.

A previsão do lançamento do Google Chrome OS é para meados de 2010, aguardemos.

Project Management 2.0 ou Social Project Management

A visão tradicional das boas práticas de gestão de projetos obedecem a uma dinâmica de comunicação hierarquizada e centralizadora.

Os ambientes corporativos estão reconhecendo as vantagens de proporcionar a colaboração e participação ativa em todos os níveis da organização. E as organizações que ainda não reconheceram os benefícios da comunicação aberta estão sofrendo os mesmos impactos, pela via das dinâmicas emergentes, onde equipes das bases de produção criam inúmeras iniciativas que contaminam a organização de baixo-para-cima.

A Gestão de Projetos 2.0, ou como prefiro chamar, Social Project Management reconhece os valores da Empresa 2.0, ou seja, valoriza a conversação, transparência, participação e direciona todos os processos e  atividades do projeto para a colaboração.

Diretrizes gerais:

  • Wikis ao invés de repositórios de arquivos
  • Blogs ao invés de emails
  • RSS para melhorar o conhecimento da equipe

Ainda mais alguns exemplos de uso efetivo das novas mídias:

  • Wiki para Lições Aprendidas

Normalmente são consolidados documentos ou relatórios que ficam disponíveis em diretórios ou sistemas repositórios. Isso dificulta tanto o processo de elaboração das Lições Aprendidas quanto a recuperação das informações valiosas aos futuros processos e projetos. Os erros e acertos são percebidos durante todo o ciclo do projeto, então não faz sentido concluir este registro somente ao final, um ambiente wiki facilita a organização das Lições Aprendidas de maneira viva e contínua, além de facilitar a discussão e ponto de vista de todos os envolvidos no projeto para determinada situação.

  • Wiki por projeto para elaborar e reunir toda a documentação gerada (planos, relatórios, atas, registros de riscos, questões técnicas do projeto, etc.)

Nos ambientes produtivos já não há mais espaço para o troca-troca de emails e circulação de documentos que ninguém conhece de fato a última versão. O ambiente wiki facilita a reunião das informações relevantes, assegura o versionamento e estimula a produção coletiva. Os mais resistentes podem até gerar documentos consolidados a partir do que foi discutido e produzido no wiki, mas chega de usar Word e anexos de email para criar e circular documentos preliminares e coletivos.

  • Wiki para facilitar o relacionamento com o cliente

O cliente também não gosta de ser bombardeado com documentos redundantes e confusos. Perde-se mais tempo determinando o significado e valor do documento do que a fase e resultados parciais do projeto. Além disso, atualmente diversas metodologias consideram o cliente como parte da equipe do projeto, tomando em conjunto as decisões do dia-a-dia. Estratégia que aumenta a satisfação com o resultado final, e elimina surpresas nas entregas.

  • Blog para dar visibilidade ao avanço do projeto

Relatórios de desempenho pode ser úteis em algumas situações, mas o dia-a-dia é muito mais dinâmico. A comunicação dos avanços das tarefas e etapas pode ter melhor alcance em ambientes abertos e participativos.

  • Blog para apresentar e discutir questões técnicas

Uma dificuldade individual, uma descoberta útil aos demais membros, e todas as situações do cotidiano podem ser melhor trabalhadas se a comunicação aberta for estimulada. Os membros da equipe devem ser estimulados a registrar e discutir todas suas dúvidas e idéias sobre o projeto.

Estes são apenas alguns dos aspectos e cenários onde a gestão de projetos colaborativa pode atuar, na verdade existe ainda muito espaço para novas iniciativas que estimulem a comunicação aberta e descentralizada nas equipes de projeto.